Monday, May 29, 2017

A Theatre Festival Reflection...

Decisions Devising, and Rehearsal
     When I first heard that I was going to perform our devised piece in the theatre festival this May, I was a little confused. My initial thoughts included questions like will people understand it? , what does this even mean? and is this even theatre?, but I soon realized that the interpretative-ness of the piece is what made it fit perfectly into the theatre festival– it's what made it work for the audience.
     We started the process really simple: we each picked an abstract image that we liked, and we brought that to class. The point of the abstract image was so that we were left wondering what the image is telling us. In class, we analysed them all and showed what it could mean to us and what questions arose from the images, and then we went ahead and started to reenact the images. Gradually we added transition movements and sounds. Right about the middle of the process, we were each tasked to come up with a fitting story to our movements and sounds. Finishing touches like background music was added, and finally we decided on the order and practiced the piece.
Some of the strengths that the team had, was that we each put ourselves into the story; we each added our only little toch to the piece so that it would become diverse, interesting, and "our own". As an actor in it and (probably) as an audience member, the variation that each person brought to the unified piece shone through and enhanced the piece.
     A problem that the team encountered, was being on the same page with things. Some members would be on the story writing process while others were forgetting movements. Although it didn't impact the process that much, it was still something that was unnecessary, as it took away from practice time. The way it was solved was that if you didn't finish something, you had to do it at home. If it still wasn't done, then it was done in class, and the team waited by practicing individually. I think that that would be something that I would change in the process; just making sure we're all ready to move on to the next step.
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Your Performance
     I think the performance went quite well; there weren't any major slip ups or people forgetting things. I think everyone felt prepared and confident in doing it. I know that when I perform, I don't really think about it that much, as if I'm floating between my movements and sounds, and it was nice to perform something again. The group did great as well, and I think that the performance was one of our best ones yet, due to our concentration and readiness.
     When I did my moves, I did them exactly how I practiced them, but I think I could have added more energy to them. Perhaps I could have been more jerky and sharp so that the movements stand out and are clear to the audience.
     Something that I think I did well, was that my sounds and movements were diverse, which I think caused a story to form. I started with simple but bold movements, then I became louder and more energised, and then I calmed down and returned to the 'beginning'. I also think that the movements and sounds were clear and audible to the audience, which is always important in theatre.


Festival Reflection Understanding and Realisations
     As a whole, the festival was really interesting. There were pieces showed from a wide range of ages, type, and skill, which was great to see.
     An act that stood out to me, was Why? by Sofia and a few other sophomore girls. It was about this girl who was going through simple actions, and these three ghosts from her mind kept asking her questions and critiquing her on her decisions. The issues present in the piece were body image, societal standards, our insecurities and negativity that we direct towards ourselves. When I was watching the piece, it really hit me. As as spectator, I can easily say that it was well crafted and that it really made me think about myself and the people around me. As an actor, the strongest and most powerful parts were aspects like tone of voice and facial expressions. I could see that exaggeration and being very dramatic really strengthens the piece. Overall, the piece was very well done, and it even made me cry while watching it.
     Some realisations that I came away with from the festival, is that theatre is so vast and everything can be interpreted in completely different ways. Like the 3 Truths piece by the IB Theatre class, you could conclude that the same dialogue can be completely different simply depending on the way it is acted out. All in all, the festival was really great to watch and be a part of, and I'm looking forward to next year!

Monday, May 15, 2017

French Revolution Mini-Essay Tips

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What do you need to do in order to be successful with your French Revolution mini-essay?

In order to be successful with my French Revolution mini-essay, in each paragraph, I need to start with a strong claim that is clear to the reader and will tell them what I'm going to talk about and what my stance is on the question. Then I wil use my background knowledge as well as direct information from the sources I receive. The information I use is purposeful and acts as evidence to support my claims. Then, I'm going to explain the evidence, going beyond surface thinking to describe what it means and how it is important to the claim. The next step is to think SO WHAT? Why does the evidence and the analysing I just did matter to my question? To the world? To history? I'm going to push myself to go even further in my analysation. Once that has been complete, I will write a short conclusion to wrap up and conclude my thoughts on the question.

Saturday, May 13, 2017

Menina ou Menino?

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O artigo.
Por isso, discutir gênero nas escolas é importante e urgente: afinal, o papel do ambiente escolar não é somente preparar os alunos para provas e vestibulares, mas também promover a cidadania e a responsabilidade social para professores, coordenadores, funcionários, alunos e suas famílias.
Sem dados, sem estatisticas, eu sei por certeza que meninas são iguais com meninos. Por isso que eu concordo completamente com o perspetivo do autor. Ele escreveu sobre igualdade e unidade entre gêneros, e como que a gente pode chegar até lá. No passado, o mundo social era muito differente. Hoje, algumas pessoas não querem esquecer o machismo do passado, mas com essas ideas de machismo, a gente nunca vai combater o desigualdade de gênero. Tem divisões desigual de tarefas domésticas, tem machismo na educação que afeta o desenvolvimento das meninas, e tantos outras coisas que deixam meninas abaixo de meninos. E, mesmo como que o autor acha, eu acho que isso é ridículo. E como o título do artigo, a gente tem que discutir mais sobre gênero e o que isso significa no mundo. Sem discutir, as problemas vão continuar no mundo, e meninas vão perder chances e oportunidades no mundo. Sem discutir, os conservadores, os machismos, nunca vão entender outros perspectivas sobre gênero. Educar-se sobre este conceito fundamental, a igualdade de gênero, é uma das coisas mais importante no mundo.
Então, escolas, vamos discutir?

Sunday, April 30, 2017

Um Segredinho Dinamarquês

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O artigo.

Os Dinamarquesas são as pessoas mais feliz do mundo. E segundo a psicóloga e escritora Jessica Joelle Alexander, eles tem razão para ser.
Quando eu li esse artigo, as pensamentos do pressão e expectativas que crianças tem agora entrevam a minha mente. Especialmente nessa geração, os pais tentam treinar e educar as crianças para ser pessoas brilhantes no mundo. No mundo ocidental, a barra está alto. No contrário, em Dinamarca, os pais normalmente não fazem nada disso, e as crianças são bem educada e bem feliz. Eles não seguem a cultura ocidental, e as crianças são as crianças mais feliz do mundo. É por que? Porque eles não tem a pressão que a gente tem. A Jessica Joelle Alexander descobriu que quando as crianças brincam, eles aprendem muitas coisas e desenvolvem muito também, mas eles não tem as expectativas, então o estresse não existe pra elas. Eu acho que a filosofia Dinamarquesa é muito bom e efetivo, porque faz as mesmas coisas que a cultura ocidental faz, só numa maneira melhor e mais favorável para as crianças. Temos que respeitar que as crianças devem ter uma infância divertida e memorável, em vez de um lugar onde o seu tempo está cheio de balé e piano e tutoria de matemática. A infância de uma criança é um dos momentos mais importantes de aprendizagem em sua vida, para que os pais precisam estar lá para orientá-los. Na minha opinião, eles são um guia em sua jornada.

A filosofia Dinamarquesa:
F: Farra
I: Integridade
L: Linguagem
H: Humanidade
O: Opressão zero
S: Socialização

Thursday, April 20, 2017

Parar de comer chocolate!

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Artigo.

A Páscoa já passou, e agora eu tenho um monte de chocolate na minha casa, em forma de ovos, bolo, cupcakes, e mais. É difícil para resista comer, mas é fácil pra pegar um ovinho de chocolate ou um M&M e comer. As pessoas que gostam chocolate vai me entender: o chocolate está chamando você para comê-lo! É tudo bem comer uma ou dois vezes, mas três, cinco, oito vezes? Isso não é mais saudável. Infelizmente, é uma luta para manter a sua força de vontade e não comer. Felizmente, pesquisadores na Austrália "revelaram como [...] formas de agir podem ajudar a diminuir esse [obsessão por chocolate] desejo, principalmente entre jovens mulheres."
Uma nessas é se você dá "alguma distração construtivo, como imaginar uma caminhada em uma floresta, pode ajudar a diminuir os pensamentos intrusivos e a intensidade que eles podem ter", segundo Sophie Schumacher, principal autora da pesquisa. Eu acho que isso é um bom maneira de manter controle no seu corpo. O cérebro pensa em muitas coisas, e faz ações nesses pensamentos. A solução é pra controlar os seus pensamentos, e você vai esquecer o seu quer para o chocolate. Eu tentei isso hoje, e funcionou, então eu vou tentar para fazer isso mais vezes. Essa estratégia vai ajudar me manter a minha força de vontade, e isso pode ser aplicado em outras coisas, talvez não relacionados com comida.
Então tente, e veja se isso ajuda você como ele me-ajudou!

Sunday, March 19, 2017

As Raizes de Nossos Medos

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O artigo.

Medo é um sentimento estranho. Aparece em várias maneiras e várias formas, e para todas as pessoas, medo é muito differente. Mas, como esse artigo fala, o nosso medo maior é nós. Nós estamos receosos de nos. Mas porque? E o que causa disso? São perguntas que somente nós podemos responder para nos.

Eu concordo com a afirmação porque é verdade: as raizes de nossos medos é como que nós vivemos com sentimentos depois de um aquecimento impactante, quando temos sentimentos da tristeza e angústia tão forte dentro de nós.

Por exemplo, olha para o medo número 3: perdendo a minha mãe. Como a autora, eu tenho um medo extremamente grande para isso acontecer. Mas, como ela explicou, e agora eu realiza que senti na mesma maneira, eu tenho mais medo do como que eu vou sobreviver com toda tristeza e negatividade que eu tenho.

O artigo termina com a ideia de solução, porque superando seus medos é uma coisa que você sempre precisa fazer. Está escrito que é importante para sempre dá amor para você, para manter um conexão real com você, porque sem o suporte de você, esses medos nunca vai melhorar.

Wednesday, March 15, 2017

Building a Justification Reflection

What are the major things that you need to do in order to build your justification?
According to the rubric, in order to build a good, strong justification, you need to be able to fully analyse the information that you've researched and correctly explain how it is important to your claims. Then you need to use quality vocabulary to write your justification, where you demonstrate your knowledge of the topics and thoroughly argument your opinions. 
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Where are you now in your understanding?
Right now, I know what to do, but I need to practice to keep improving my analytical and critical thinking skills. I think that's the most important part of the justification, but it's also the hardest one to complete effectively. 

What are your gaps in understanding?
Something that I'm confused about in a justification, is length and format, and expectations. To me, right now, it seems like an argumentative essay, but I'm not sure if that's correct. Nor do I know what is of expected of my writing in the justification. 

What will you do to fill the gaps?
I will ask Mr. Pierce about it the next time we have to write a justification, and I'm going to see if he can help me by showing an example and explaining the writing process.

Saturday, March 04, 2017

Passatempo para ser feliz

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Artigo do BonsFluidos.

Na vida, as pessoas gastam muito tempo com trabalho e outras coisas que causem muito estresse. Já ouvi muitos pessoas falando que nós sempre estamos vivendo, mas a maioria do tempo, estamos vivendo a vida que nós queremos? Estamos vivendo com felicidade e positividade dentro de nós e é dentro de nossa comunidade? Estas conceptos são muito importante para a nossa saúde mental e físcal. Porque disso, coisas como passatempos existem porque eles dam um sentimento de felicidade e energia. Isso foi provado num estudo de pesquisadores neozelandeses. O estudo descreve o feito que quando pessoas fazem passatempos, eles se sentem mais feliz e sentem que eles podem fazer coisas e ser produtivo.

Eu concordo completamente com isso, porque eu sinto disso quando eu estou fazendo as minhas passatempos favoritos. Também, quando as pessoas estão fazendo os passatempos favoritos deles, sua felicidade em fazer isso é visível. Por exemplo, no teatro e no coral, as pessoas que amam de cantar e atuar sempre estão cantando com um sorriso. E quando sou cantando, eu esqueci o estresse e eu sinto feliz e bom.
Então sim, passatempos são muito bom pra nós, e nos precisamos gastar mais tempo pra fazer eles.

Friday, February 24, 2017

Research Project Relfection

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1. Over the course of this project, in what aspects do you feel that you excelled?
An aspect that I feel I excelled in, was managing my time. I used my time in an outside of class well which prevented me from having to stress about meeting deadlines. 

2. Over the course of this project, in what aspects did you not do well with?
Something that I didn't do really well in this project, was push myself. I didn't try to go beyond what I had done. For example, my presentation is a simple google slideshow with a voice over. When I finished the project, I realized that I had some more time to work on it and improve it, however I didn't. 

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3. What have you learned about yourself as a student by partaking in a research project?
Something I learned about myself as a student by partaking in this research project, is that I get really caught up in big summative assessments like these and don't stop to breathe. I kept thinking about the deadlines, which is important, but I ignored my own needs. 
The second thing I learned was that I write and write and write but half of what I initially write is not necessary and invaluable to my claims. 

4. How will you change your approach in the future?
Although I managed my time, I didn't plan what I wanted to do. So based on my research, conclusions and analysis, I could then start to develop a plan of how to best portray this all in a creative, and more fun way. 
Also, I'm going to really think about what is important to answer my question and what is worthy to write down. Each evidence and analysis needs to have a purpose. 
Finally, I'm going to try to have a more relaxed and calm approach to this project.